Categoria Marketing

Modernizza Marketing Digital lança novo site

A Modernizza Marketing Digital lança novo website. Com um formato dinâmico e moderno, o novo site tem o obetivo de facilitar a navegação para que o usuário encontre todas as informações relevantes rapidamente.
Além disso, o novo site conta com um blog diariamente atualizado que traz assuntos relacionados ao Marketing Digital, Vendas e muito mais.

O novo site possui em usa página inicial as principais informações, além de um mapeamento localizado no rodapé que permite fácil acesso às demais páginas.

O site da Modernizza possui um layout responsivo, que permite ao usuário acessá-lo de qualquer tipo de dispositivo, como tablets e smartphones.

Confira as novidades em  estratégias de marketing digital e vendas online

 

Co-marketing ajudando a driblar a crise

Com a crise política e econômica que cada vez mais assola nosso País, torna-se inegável a dificuldade das empresas em manterem seus níveis de vendas nos mesmos patamares dos últimos anos.
Por consequência, ao passo que as empresas veem seus faturamentos diminuírem, aumenta-se a necessidade de ampliarem a divulgação de seus produtos e serviços.
No entanto, grande parte dessas empresas não dispõem de um alto budget para campanhas promocionais, o que dificulta a alcance de suas metas.
Neste contexto, o co-marketing pode ser uma boa alternativa para driblar a crise e ampliar a visibilidade de uma marca no mercado.
O co-marketing já existe há muito tempo, mas ganhou força com a popularização das mídias sociais, e corresponde ao termo collaborate marketing ou marketing colaborativo. Trata-se, portanto, de uma estratégia que visa a oportunidade de duas empresas com marcas distintas trabalharem em parceria e de maneira compartilhada numa mesma oferta.
Dessa forma, duas empresas que sozinhas não teriam condições de atingir seu público-alvo, passam a trabalhar juntas na mesma campanha dividindo os custos e os resultados de uma oferta em comum.
O co-marketing é possível quando as empresas não são concorrentes diretas, porém possuem o mesmo público-alvo, dessa forma, ambas promovem parte do conteúdo e comercializam juntas os produtos de cada uma.
Em geral, as empresas que optam por ações de co-marketing possuem produtos complementares. Como exemplo, poderia ser desenvolvida uma campanha
promocional de uma máquina de lavar juntamente com uma marca de sabão em pó. Os produtos são complementares, mas possuem o mesmo público-alvo.
A estratégia de co-marketing, porém, não se restringe somente ao mercado B2C, sendo também uma boa alternativa para empresas B2B, tal como, por exemplo, empresas de serviços empresariais. Nesse caso, pode-se citar como exemplo uma empresa de software de Folha de Pagamentos que se une a uma consultoria de RH, para realização de uma palestra sobre motivação de equipes destinada à gerentes de Recursos Humanos. Note que nesse caso as duas empresas com serviços diferentes se unem para atrair o mesmo público e gerar leads qualificados num processo de parceria.
No mercado cada vez mais competitivo e com menos oportunidades de negócio, o co-marketing pode ser uma ótima alternativa, principalmente para empresas de pequeno e médio porte que possuam poucos recursos de investimentos em Marketing.

Como destacar-se da concorrência com um diferencial competitivo

diferencial competitivo

Diferencial Competitivo

Um dos grandes desafios do Marketing nas empresas é criar diferenciais competitivos que permitam destacar-se de sua concorrência.

Pode-se definir um diferencial competitivo como um atributo ou conjunto de atributos que tornam o produto ou empresa únicos em relação aos seus concorrentes.

No entanto, não trata-se apenas em ter algo que ninguém mais tem ou oferecer algo diferente. Trata-se em oferecer ao seu cliente algo que ele precisa e que nenhum concorrente conseguiu identificar e atender de forma plena.

Assim, a chave para conseguir um diferencial competitivo está em conhecer a fundo as necessidades de seu público-alvo e encontrar um meio de atendê-lo de forma melhor e mais eficiente que a sua concorrência.

Isso pode parecer algo muito difícil, no entanto, em alguns casos basta identificar um ponto de destaque no seu produto que supra uma necessidade específica do seu público-alvo, e comunicá-lo de forma adequada. Isso pode fazer com que o seu mercado de atuação saiba que você entende as suas necessidades, motivando-o a enxergar algo a mais no seu produto, ainda que não seja um atributo exclusivo.

Por Priscila Falchi

Marketing para pequenas empresas

Marketing para pequenas empresas

Marketing para pequenas empresas

Todos os dias lemos diversas notícias sobre a retração do mercado interno, dificuldades enfrentadas pelas indústrias automotivas, queda nas vendas do varejo e até mesmo desaceleração do mercado imobiliário.

É claro que este quadro abrange a economia como um todo e torna mais difícil às empresas, de uma forma geral, atingirem suas metas de vendas projetadas para o ano.

Quando falamos nas micro e pequenas empresas a situação é ainda pior. Uma vez que, a maioria destas organizações não possuem equipes de marketing internas e não contam com agências de publicidade ou verbas para propaganda que permitam uma maior visibilidade, diferenciação da concorrência e aumento de suas vendas.

O que estas empresas não sabem é que é possível elaborar planos de marketing eficazes, profissionais e com baixo custo.
Com a ajuda de um consultor de marketing, criatividade e baixos investimentos em mídias digitais, é possível a quase todos os segmentos de mercado aumentarem as suas vendas.

Segundo Priscila Falchi, especialista em marketing para pequenas empresas, o importante é criar uma linha de comunicação entre a empresa e o seu público-alvo com a  utilização de uma linguagem direta, clara e que desperte o interesse do cliente a partir de suas necessidades.

As ferramentas de comunicação podem ser utilizadas conjuntamente e de acordo com a proposta e perfil de cada empresa.
Por exemplo, dependendo do ramo de atividade, um bom website aliado a campanhas de e-mailmarketing já podem trazer bons resultados. Em outras situações o plano de ação pode envolver anúncios em links patrocinados, remodelagem da padronização visual ou até mesmo engajamento em redes sociais.

Toda ação de marketing tem como principal objetivo aumentar as vendas e a visibilidade da marca e seus benefícios estão à disposição desde as grandes até as pequenas empresas, basta saber aplicar as ferramentas e técnicas certas para cada ramo de atividade e perfil de clientes.

Por Priscila Falchi

 

As métricas do Marketing Digital

Em meu último post escrevi sobre as Métricas do Marketing, dessa vez vou falar especificamente sobre as Métricas do Marketing Digital.

O Marketing Digital cada vez mais ganha espaço entre as estratégias de divulgação de marcas, produtos e geração de relacionamento com o público alvo de cada empresa, uma vez que proporciona oportunidades infinitas de aumento de visibilidade e vendas em curto prazo e com baixo investimento.

Com isso, as mídias digitais e redes sociais chegaram para mudar a forma como as pessoas e empresas se relacionam assumindo maior relevância junto ao mundo corporativo, tanto no B2C quanto no B2B.

Como em todo o plano de Marketing, os resultados das campanhas e ações relacionadas ao Marketing Digital também devem ser mensurados.

Para avaliar resultados de forma precisa, o ideal é criar métricas que representem da melhor forma a performance de cada ação, a fim de indicar parâmetros de investimentos e justificar o ROI.

Primeiramente é preciso saber exatamente o que se pretende com o Marketing Digital e só depois disso construir métricas que acompanhem e demonstrem o alcance ou não dos seus objetivos.

Essas métricas devem abranger o resultado das ações de publicidade online, visibilidade em mídias próprias (site e blog), mídias espontâneas geradas por assessoria de imprensa e imagem da empresa e da marca.

Quando falamos em mensuração dos resultados das ações de Marketing Digital, muitos profissionais de marketing se limitam a medir apenas o número de fãs no Facebook, a quantidade de membros do blog, seguidores no Twitter, clicks nos anúncios do Google e gráficos de acesso ao site pelo Google Analytcs. Entretanto, as métricas do Marketing Digital envolvem mais que isso.

Nesse sentido, algumas ferramentas, tanto gratuitas quanto pagas, podem ajudar a gerar informações mais completas. Para ilustrar o assunto coloco abaixo alguns exemplos:

•Facebook Insignts
•Livebuzz
•Twitter Counter
•Klout
•Topsy
•Google Alers
•Bradnwatch
•Viral Heat
•SocialBro
•Social Mention
•Radian6
•Scup
•SocialMetrix
•Seekr
•Alexa, entre outros.
Com o monitoramento adequado das mídias digitais, é possível obter informações e gerar métricas que indiquem a real performance e resultados exatos.

Por Priscila Falchi – Publicado originalmente no blog Implantando Marketing

As Métricas do Marketing – Parte II

Em meu último post As Métricas de Marketing escrevi sobre a elaboração de métricas de desempenho de marketing e sua importância como fonte de informações e conhecimento para auxiliar as empresas nas suas tomadas de decisões e elaboração de seus planejamentos estratégicos.

Como alguns leitores apresentaram dúvidas sobre quais sistemas utilizar no processo de mensuração de resultados, detalharei um pouco mais o assunto.

A capacidade de medir o desempenho, justificar investimentos, avaliar planos, identificar pontos de melhorias, apresentar resultados quantitativos, identificar nível de satisfação e retenção de clientes são grandes desafios para os profissionais de marketing, uma vez que indicam resultados, oportunidades e ROI.

Para que a área de marketing seja mais assertiva na sua tomada de decisão, as informações analisadas como base na elaboração de um plano estratégico e avaliação de desempenho devem ser precisas. Dessa forma, utilizar um só critério ou conceito pode não refletir de maneira real todas as possibilidades. Com isso, o ideal é aplicar mais de métrica, não limitando em apenas uma metodologia ou ferramenta.

Entre as ferramentas de marketing está o SIM (Sistemas de Informação de Marketing) que é um conceito citado por diversos autores e que em resumo trata sobre coletar, registrar e analisar de forma sistemática os dados relacionados à comercialização de bens e serviços. Em que as informações a serem analisadas englobam problemas e oportunidades relativas às demandas de mercado, previsões de vendas, metas, eficácia de ações de comunicação, aderência de produtos às necessidades dos consumidores, entre outras. Para compor o SIM são necessários alguns aspectos como: informações contábeis da empresa; inteligência de marketing; ciência de marketing e aplicação de pesquisas.

Como exemplo de métrica de marketing podemos citar a matriz BCG (Boston Consulting Group) que é uma ferramenta de análise gráfica do posicionamento e possibilidades dos produtos, identificando desde os que apresentam alto crescimento até os que estão estáveis em crescimento. Resumidamente compõe-se por quatro quadrantes, sendo o quadrante inferior esquerdo relativo aos produtos chamados de Vacas Leiteiras (baixo crescimento e alta participação). O quadrante inferior direito os produtos chamados de Abacaxis, ou Cachorros (baixo crescimento e baixa participação de mercado). No quadrante superior direito ficam posicionados os chamados de Oportunidades ou Interrogação (em que ficam os produtos que devem ser analisados quanto a investir ou não para aumento de participação de mercado). E os posicionados no quadrante superior esquerdo que são os denominados Estrela (alto crescimento e alta participação).

O uso da matriz BCG permite que a empresa avalie o posicionamento do seu mix de produtos e apóie a tomada de decisão em casos como, por exemplo, manter ou retirar do mercado produtos que não geram mais rentabilidade ou sinalizar em quais deve investir.

Outro conceito a citar como exemplo é o uso do conceito CRM, ponto fundamental para extrair informações de marketing, como o índice de satisfação de clientes, hábitos de compra, resultados em vendas e segmentação de clientes. Dentro deste conceito existem vários softwares no mercado para automatizar os processos sendo alguns gratuitos.

Vale lembrar que todos estes conceitos e métricas não necessitam obrigatoriamente de um software gerencial, ferramenta nem sempre disponível para empresas de menor porte. As métricas podem ser geradas até mesmo em planilhas eletrônicas que permitam a geração de gráficos e apresentação de informações quantitativas.

Por Priscila Falchi – Publicado originalmente no blog Implantando Marketing

As métricas de Marketing

As métricas de desempenho de marketing, quando aplicadas corretamente, são a fonte de informações e conhecimento necessário para tomadas de decisões assertivas e planejamentos estratégicos mais eficazes.

A ciência, para definir-se como tal, segundo o dicionário Aurélio, deve necessariamente recortar, no real, seu objeto próprio, assim como definir as bases de uma metodologia específica. Se analisarmos o significado da palavra ciência, veremos que ela vem do latim “scientia” que significa conhecimento. Portanto, a ciência é o conhecimento profundo e racional sobre um assunto, que baseia um método próprio. O conhecimento, dessa forma, é a conclusão de vivências e experimentos sistemáticos e concretos, resultantes em uma técnica.

Mas, o que isso tem a ver com o marketing? Eu diria que tudo.

Para traçar planos de ação, analisar resultados, identificar tendências de mercado e de comportamento, o profissional de marketing precisa de conhecimento. E esse conhecimento se dá pela análise de dados e interpretação de padrões, o que requer o emprego de métricas precisas e claras.

A análise sistêmica de dados e a investigação quantitativa são a chave de qualquer conhecimento aplicável como base para definir as ações de marketing e mensurar os seus resultados.

Segundo o livro Marketing Metrics: 50 + Metrics Every Executive Should Master, “métricas são sistemas de mensuração que quantificam uma tendência, uma dinâmica ou uma característica”.

Indicadores como, a análise de rentabilidade de um produto, a taxa de churn, o grau de satisfação de clientes, o volume de vendas com e sem promoção, o break even point, entre tanto outros, podem e devem ser mapeados e analisados pela área de marketing.

Para isso, existem muitas ferramentas de quantificação de variáveis e apoio analítico que facilitam a tomada de decisão e a análise de resultados, melhorando o alinhamento da área de marketing junto às estratégias empresariais.

Quanto mais os profissionais de marketing passarem a quantificar suas ações e resultados, a ponto de mostrarem um retorno positivo e mensurável, mais a área ganhará credibilidade e destaque junto à cúpula das organizações.

Pense nisso:

As empresas investem em marketing por que querem ver resultados práticos e isso não se mostra com interpretações subjetivas. Sendo assim, o uso de métricas e análise de indicadores pode ser a bússola para guiar os caminhos de qualquer negócio.

Marketing de Relacionamento B2B: Você sabe o que é PRM?

As inovações do mercado, os avanços tecnológicos e os novos modelos de negócios que surgem a todo o momento, tornam o mundo corporativo cada vez mais dinâmico e competitivo. Diante disso, obtêm sucesso apenas as empresas que acompanham a velocidade das mudanças e se colocam frente à concorrência.

Estar à frente dos seus concorrentes não é tarefa fácil para nenhuma empresa e depende de alta performance, competência para maximizar recursos e diminuir custos, a ponto de oferecer produtos e serviços melhores, mais eficientes e/ou com preços mais baixos.

A empresa precisa ser boa naquilo que faz, ter processos bem estruturados de gestão, capacidade técnica e expertise no seu negócio. Isso significa que ela tem que ser especialista no seu ramo de atuação.

Partindo do pressuposto de que ninguém é bom em tudo ao mesmo tempo, pode-se dizer que uma empresa que é especialista em um determinado produto ou serviço precisa contar com parceiros estratégicos para compor a sua oferta.

Por exemplo, as montadoras de automóveis são especialistas em desenvolver os projetos dos carros e gerir as linhas de montagem. Todas as peças utilizadas no processo produtivo, praticamente, são compradas das indústrias de autopeças que, por sua vez, são especialistas nos componentes que produzem.

Imagine se essas montadoras fossem responsáveis também por fabricar todas as peças e componentes necessários para compor um carro. Com certeza os custos de produção seriam muito maiores e a qualidade não seria a mesma.

Nesse contexto, podemos dizer que para ter eficiência no processo produtivo, no desenvolvimento de um serviço, na venda ou revenda de um produto, é necessário ter uma boa rede de parceiros.

O conceito parceria é definido como pessoas físicas ou jurídicas que se unem para alcançar um mesmo objetivo, que não alcançariam separadamente.

Nas empresas B2B há diversos tipos de parcerias, que vão desde parceiros situacionais (apenas para um projeto) até processos de fusão e joint venture.

Os canais de vendas, fornecedores de componentes em OEM e revendas são exemplos de parceiros de uma empresa.

Os parceiros, para muitas empresas, são tão importantes quanto os seus clientes e necessitam de um bom modelo de gestão.

Para isso, temos o conceito de PRM (Partner Relationship Management) ou Gerenciamento de Relacionamentos com parceiros.

Trata-se de uma metodologia de gerenciamento de canais que tem por objetivo gerar e estreitar relacionamentos e construir alianças duradouras apoiando, por meio de sistema, as estratégias entre a empresa e os seus parceiros.

O PRM pode melhorar o relacionamento, gerar fidelidade e potencializar a gerência de canais, resultando em mais negócios, mais eficiência e vantagem competitiva no mercado.
Para o marketing de relacionamento, o PRM, assim como o CRM (customer relationship management), é mais um fator de atenção. E deve estar no “radar” dos profissionais de marketing B2B.

Por Priscila Falchi – Publicado originalmente no blog Implantando Marketing

Telemarketing consultivo existe

Em meu último post “Telemarketing nas relações de B2B funciona?”comentei sobre ações de telemarketing utilizadas por empresas de serviços B2B. Abaixo, destaco alguns exemplos práticos do papel do telemarketing nessas empresas:

Geração de leads:
Para prospecções de mercado e busca de novos clientes, o telemarketing pode ser a uma porta de entrada com o agendamento de visitas de apresentação de soluções.

Pesquisa de satisfação:
As empresas que não efetuam regularmente pesquisas formais de satisfação junto a todos os seus clientes, podem utilizar o telemarketing para suprir esta função. A cada término de serviço ou entrega, um operador de telemarketing pode entrar em contato com o cliente para fazer algumas perguntas no intuito de medir o seu grau de satisfação em relação ao serviço prestado.

Apoio na organização de eventos:
Digamos que uma empresa esteja organizando um workshop e tenha enviado convites por e-mailmarketing ou correio, ela pode utilizar recursos de telemarketing para confirmar a participação dos convidados.

Recebimento de chamadas de prospects:
Se uma empresa realiza uma campanha publicitária que estimule o recebimento de contatos de interessados nos seus serviços, ela pode destinar um operador de telemarketing receptivo para atender aos chamados e dar encaminhamento à área de vendas.

Atendimento ao cliente:
A Internet nos dias de hoje é o caminho mais curto entre a empresa e o consumidor, entretanto, no mundo corporativo os clientes empresariais ainda preferem um contato direto e humano para apresentar os seus problemas. Por isso, um departamento de SAC ou Ouvidoria são fundamentais.

Isso tudo sem contar com a atribuição do telemarketing nas ações de cobrança.

Os hábitos dos clientes podem mudar, as variações do mercado também, mas uma coisa é certa, o telemarketing sempre ocupará um papel importante nas empresas de B2B, tanto no apoio às ações de relacionamento e comunicação, quanto nas vendas, ajudando na conquista de novos negócios

Por Priscila Falchi

Publicado originalmente no blog Implantando Marketing

Implantando Marketing: União profissional em nova roupagem da web

Premiado em 1º lugar no Top Blog 2011 na categoria Marketing e Comunicação Empresarial, apresentando mais de 20 associados espalhados pelo Brasil e o Mundo e com a expectativa de criar um Conselho Federal de Marketing e Comunicação Empresarial no país, o projeto Implantando Marketing lança seu novo blog no dia 16 de abril.

A Fundadora Presidente do projeto, Tatiane Guest, afirma que o projeto surgiu em fevereiro de 2011, em meio a um problema identificado no mercado. “Percebi que a situação era urgente e o esforço para a transformação de nossa área precisava ser coletivo quando em um processo de seleção, recebi mais de 1.500 currículos e os aprovados descumpriram com sua palavra no momento de contratação”, explica.

A partir disso, Tatiane criou o blog para ser um espaço de compartilhamento de experiências entre os profissionais. O antigo blog era hospedado na plataforma do Blogger que apresenta recursos mais limitados que o WordPress.

Com a profissionalização do projeto e a mudança para uma identidade visual que refletisse melhor a ideia de união entre os profissionais da área, a equipe trabalhou durante três meses no desenvolvimento do novo blog. A coordenadora de Webdesign e SEO, Priscila Falchi e Tatiane Guest foram responsáveis pela coordenação da nova proposta que contou com a operação de todos os coordenadores do projeto. Foram migrados mais de 300 posts por meio de um plugin importador do Blogger para o WordPress e a formatação dos textos foi corrigida manualmente.

Segundo Priscila Falchi, adaptar o template base ao perfil de layout e funcionalidades necessários ao novo blog, trabalhar a otimização, a customização do template e pesquisar e instalar os plugins mais adequados para a nova proposta foram os principais desafios encontrados.

Mas todo o esforço será recompensado. Prova disso, pode ser percebido pelo retorno positivo que o projeto vem trazendo para os associados.

A Assistente de Marketing e Vendas da Amcham RJ/ES, Eduarda Polibiano, obteve sua recolocação profissional por meio da participação no projeto. “Desde novembro de 2011 atuo no núcleo Linkedin e ao participar de um processo seletivo para vaga de Assistente de Marketing fui questionada sobre o meu trabalho no projeto e posso dizer que foi um dos grandes fatores que influenciaram na minha escolha e hoje no meu trabalho na Amcham”, declara.

A atuação do projeto é forte, além do Linkedin, o projeto possui mais cinco núcleos: Blog Twitter, Facebook, Parcerias, e Assessoria de Imprensa. Cada núcleo possui suas peculiaridades e por isso é desenvolvido um planejamento estratégico com o objetivo de nortear o trabalho de cada equipe. Em torno de 90% das metas estabelecidas para cada núcleo foram alcançadas em 2011 e Tatiane Guest e sua equipe acreditam que 2012 será um ano de muito crescimento. “Buscamos por profissionais ou estudantes das áreas de Marketing e Comunicação Empresarial que entendam nosso objetivo e que estejam disponíveis para o crescimento do projeto e divulgação de nossa causa”, finaliza.

Os interessados em participar poderão visitar a página Trabalhe Conosco no blog www.implantandomarketing.com para se informarem sobre as etapas do processo de seleção para associados.