O mundo corporativo nas redes sociais

O mundo corporativo nas redes sociais

Por Priscila Soares Falchi

Redes sociais mundo digital

Redes sociais

As redes sociais surgiram para mudar a maneira como as pessoas se comunicam.
Esta mudança afetou diretamente as empresas quanto à forma como se relacionam com o seu público. O marketing digital assume cada vez mais relevância tanto no B2C quanto no B2B incorporando ações junto às redes sociais.
Entretanto, é comum vermos empresas desejarem atuar junto às redes sociais sem antes terem traçado objetivos e metas claras.
Os objetivos variam de acordo com o perfil e cultura do segmento, e podem estar relacionados com a busca por melhorar a comunicação com o mercado, geração de leads, aumento nas vendas ou base de clientes, ampliação do relacionamento com o público alvo, entre outros. Definir os resultados que pretende alcançar e onde se quer chegar é tão importante quanto entender o comportamento do seu público, que linguagem adota e quais redes sociais são mais utilizadas por ele. Esse mapeamento pode ser feito por pesquisa qualitativa ou quantitativa junto aos usuários, análise de mercado e da concorrência.
Uma vez definidas as metas e o levantamento de quem é o seu público, onde ele está e o que deseja é hora de avaliar os recursos e requisitos necessários para construir uma boa estratégia. Primeiramente a empresa precisa ter consciência de que as redes sociais não são canais unilaterais de comunicação e sim geram a oportunidade criar relacionamento e interação. Isso significa disponibilizar recursos humanos comprometidos com foco no projeto, com disponibilidade de tempo para inserir conteúdos novos com frequência e manter contato direto e imediato com os usuários.
O contato com o público significa receber tanto elogios, quanto críticas por pessoas eventualmente insatisfeitas com o seu produto ou serviço postando reclamações ou comentários negativos, portanto, é necessário se preparar para esse tipo de situação e saber como agir. Sob este aspecto, sabemos que nas redes sociais a comunicação é feita por pessoas de carne e osso que agem com espontaneidade e informalidade, porém, cabe à empresa orientar seus colaboradores quanto à postura que devem adotar enquanto estiverem se comunicando em seu nome.
A área de Marketing deve orientar os envolvidos a respeito de como devem responder críticas negativas ou a linha de linguagem mais adequada ao seu perfil e imagem corporativa. Deve também orientar os seus colaboradores sobre o que pode ser postado, por exemplo, manter direitos autorais citando a fonte dos materiais publicados ou não publicar de forma alguma conteúdos confidenciais e não autorizados.
Embora as redes sociais sejam coletivas e colaborativas é preciso determinar os responsáveis pela identificação de materiais a serem postados, periodicidade de postagem e quem respondem aos contatos. Muitas empresas designam estagiários ou pessoas sem experiência para esta função, o que pode ser um erro. A comunicação na prática envolve a imagem da empresa no mercado e o ideal é que tudo seja acompanhado por uma pessoa estratégica.
Analisados todos estes aspectos é hora de definir quais redes serão utilizadas. Existe uma infinidade de redes sociais e a empresa deve escolher a que mais se aproxima da linguagem e comportamento do seu público alvo. Algumas empresas do segmento de serviços B2B já construíram as suas próprias redes, porém esta é uma opção que envolve mais esforço e um certo grau de investimento.

Embora existam muitas redes sociais disponíveis, as mais comuns e nas quais as empresas acabam se engajando com mais efetividade são o Twitter, Facebook e Linkedin. Com relação ao Twitter, especificamente, existem diversas ferramentas de monitoramento e acompanhamento, tais como: TweetCube, TweetGraph, IUPOme, TwitterTools e o Twitter Updater .
Com os aplicativos de monitoramento é possível criar métricas para acompanhamento e ajustar ou mudar o caminho de acordo com os resultados.

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