O barbeiro, a navalha e as redes sociais

O barbeiro, a navalha e as redes sociais

Por Priscila Soares Falchi

Redes Sociais Barbeiro

Redes Sociais Barbeiro

No tempo dos nossos avós os homens costumavam ir até às barbearias para fazer a barba.
O processo consistia basicamente em sentar-se numa cadeira em frente a um espelho, enquanto um completo desconhecido passava uma navalha afiada sobre o seu rosto.

O homem ficava ali, sentado, impotente diante daquele desconhecido com poder de deixá-lo mais bonito ou desfigurado, dependendo do manuseio da lâmina.

Se fizermos uma analogia entre a navalha e as redes sociais, podemos dizer que a situação é bem semelhante.

O mercado é como o barbeiro que tem a ferramenta nas mãos para fortalecer ou arranhar a imagem de uma empresa.

No passado um cliente insatisfeito comentava a sua insatisfação com cerca de doze pessoas do seu meio de relacionamento, hoje um cliente insatisfeito comenta com centenas ou ate milhares de internautas, dependendo da sua popularidade na rede.

Por mais que uma empresa não queira participar de redes sociais ou ache que não condiz com o seu perfil, não é possível ficar alheia ao que acontece no mundo digital.

A empresa pode não estar lá, mas com certeza seus clientes e concorrentes estão.

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